Conversas sagazes com DIOGO BABO

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Conversas sagazes com DIOGO BABO

O SAGAZ e o Município estão a apostar nas gerações futuras. Nas que vão começar, no futuro da sociedade que somos nós, os jovens. Ao apostar em nós, futuramente, Lousada terá jovens mais preparados para o mercado de trabalho.

O que gosta mais de fazer (nos tempos livres)? 

Eu gosto de ler jornais e livros. Vou ao ginásio, o exercício físico é importante. Também gosto de sair com os meus amigos. Tudo isto são bons motivos para eu passar bem o tempo.

De que é que tem medo?

Tenho medo do que o futuro me reserva, de não conseguir alcançar os meus sonhos e objetivos.

Estou no segundo ano da licenciatura, tenho objetivos traçados que se vão ajustando consoante as mudanças normais da vida, mas no geral tenho bem definido o que realmente quero.

O que o emociona?

Saber que os meus objetivos são cumpridos e que estou mais perto daquilo que realmente quero.

Tenho o hábito de todos os anos traçar objetivos e sinto que isso me ajuda a chegar a metas, serve-me de linha orientadora para saber o caminho a percorrer para chegar ao objetivo final. Além disto, também serve de motivação para atingir o objetivo seguinte.

O que o deixa feliz?

Estar com os meus amigos. Conviver com pessoas da minha área profissional.

Saber que estou a lutar para um dia exercer a profissão que tanto gosto.

Como se caracteriza enquanto jovem?

Sou uma pessoa que procura sempre chegar mais longe. Considero-me inteligente, sei o que quero.

Sou simpático. Gosto de me dar bem com as pessoas e ver o lado positivo de tudo, sou um otimista.

Gosto de me relacionar com pessoas da minha área, que estejam a exercer. São pessoas que nos servem de modelo, dando-nos uma noção do que o futuro nos reserva.

Como teve conhecimento do projeto SAGAZ? O que o levou a participar no SAGAZ?

Soube da existência do SAGAZ, porque foi divulgado na escola secundária. Entendi que era uma mais-valia e decidi participar.

Nós jovens não podemos estar à espera de acabar o curso para nos preocuparmos com a vida profissional. Temos que procurar além dos estudos, encontrar atividades que estejam ligadas à nossa área. Desde o décimo ano que já sabia o que queria seguir na universidade e percebi que com o SAGAZ podia ter o apoio de alguém que faz o que pretendo e é uma mais-valia.

O SAGAZ teve a primeira edição em 2013, em Lousada. Teve conhecimento do projeto desde o início ou apenas no ano em que frequentava o 12º ano, no caso 2015?

Soube quando estava no 12º ano. Mais tarde é que percebi que já tinham existido outras edições.

No dia do evento, sabendo que ia estar perante profissionais e tinha de fazer uma apresentação, como se sentia?

Sentia-me nervoso. Percebi que o que tinha preparado em casa não valia de nada, pois com os nervos ia-me esquecer de tudo, mas correu tudo bem.

No dia anterior, em casa, delineei alguns traços gerais do que queria dizer. Encarei a apresentação como a primeira avaliação do meu percurso. No mundo do trabalho também vamos estar expostos a avaliações e esta apresentação serve-nos de porta de entrada no futuro que se avizinha.

Mas olhando para trás, correu bem e foi benéfico ter esse momento de avaliação.

Enquanto jovem e estudante, de que forma é que este projeto e a sua Mestre têm vindo a enriquecer o seu perfil?

Posso dar um exemplo recente pelo qual passei: a Mestre ajudou-me quando tive dúvidas relativamente a estágios, a fazer currículos, a contactar empresas.

Nessas alturas sabemos que temos um Mestre disponível a quem podemos pedir ajuda e a Carla está de braços abertos para nos ajudar.

Olhando para o Diogo em 2015 e para o Diogo de agora, nota diferenças? E em que medida o apoio da Carla Duarte contribuiu para essas mudanças?

Sim noto algumas diferenças e ainda só estou no Projeto SAGAZ há dois anos. Acredito que no futuro a evolução será mais evidente, as melhorias serão mais notórias.

Como é a relação com a Carla Duarte? Acompanhamento mais formal ou informal?

Desde o início que temos uma relação de amizade. Quando preciso de tirar dúvidas ou estar com a Carla pessoalmente ela está disponível.

Sente que o acompanhamento tem sido importante nas decisões e esclarecimento de dúvidas que vai tendo ao longo do percurso académico?

Sim, ter alguém disposto a ajudar e que é da nossa área é uma mais-valia. Sabemos que ao pedir orientação ao Mestre, com base no que ele nos disser, a nossa escolha vai ser mais acertada. Eu entendo que aquilo que o Mestre diz é o mais acertado para o Aprendiz.

A opinião vinda de um Mestre também nos dá mais segurança, porque é uma pessoa que percorreu o mesmo percurso que nós estamos agora a percorrer. É benéfico.

Com que regularidade costumam falar?

Tentamos, pelo menos, combinar um encontro uma vez por mês.

Lembra-se de algum momento em que o apoio da Carla Duarte tenha sido crucial?

Recentemente, em dúvidas que eu tive ao elaborar o meu currículo. Era a primeira vez que tinha contacto com esse tipo de documento. A Carla ajudou-me ao corrigir os erros e ao dar a opinião dela enquanto profissional.

Estando a sua Mestre a acompanhar vários jovens e uma vez que proporciona o encontro de todos, acredita que o relacionamento entre aprendizes tem sido benéfico para o Diogo?

Claro que sim. Já tive a oportunidade de estar com a Aprendiz do ano anterior e foi muito positivo partilhar opiniões com ela.

Nas monitorizações e nesta conversa referiu que recentemente pediu apoio à Carla Duarte para a elaboração de alguns documentos, nomeadamente o CV e a Carta de apresentação. Saber que tinha alguém a quem recorrer deixou-o mais confortável no momento de apresentar o CV a uma organização?

Sim eu estava com alguns receios e a opinião dela foi essencial. Eu não sabia o que fazer para dar destaque ao meu perfil profissional e ter uma pessoa com experiência a quem recorrer deu-me segurança.

Foi através da Carla que eu soube que seria benéfico ter uma Carta de Apresentação para enviar às empresas. Tudo isto são mais-valias que nós temos graças ao Mestre.

Eu sou um jovem com objetivos, sei o que quero. Defino metas a alcançar, mas também sei que elas não podem ser retilíneas, tenho flexibilidade para me ir adaptando às mudanças, sem esquecer o que quero alcançar.

Esta definição de objetivos dá-me uma preparação maior comparando com colegas que não o fazem. Ao termos objetivos definidos planeamos o que queremos fazer na nossa vida e, se pensarmos bem, um gestor faz isto, planeia para empresas. Ao traçar metas para mim também me preparo para o futuro profissional.

Acredito que assim tenho maior noção da vida e do que quero atingir, traçando objetivos desde novo. Este contacto com a Carla também é muito importante, pois vou conhecendo o dia-a-dia de um gestor, as diferentes tarefas que ele desempenha. No fundo a minha Mestre é uma linha orientadora para a atividade que um dia eu vou ter. Tenho curiosidade em perguntar o que se faz.

Em alturas de mudanças na sua vida, como por exemplo a entrada na universidade e a futura entrada no mundo do trabalho, o apoio de um profissional, de alguém que tenha passado pelo mesmo é importante?

É sempre positivo ter o aconselhamento de pessoas que estão na área e que nos podem preparar para o futuro.

Além do esclarecimento de dúvidas e apoio no seu percurso académico, que outros aspetos motivam a boa relação que tem com a Carla Duarte?

Como temos uma relação de amizade, além de partilharmos experiências profissionais, também partilhamos as pessoais, desta forma cimentamos uma boa relação.

Por exemplo, nos primeiros exames fiquei um pouco desapontado com as notas, estava muito stressado. Na altura foi muito importante seguir o conselho da minha Mestre para praticar yoga, comecei também a meditar em casa e vi o stress diminuir. Com estas práticas vou para os testes mais relaxado, o que se refletiu nos resultados.

Na opinião do Diogo o SAGAZ deve continuar?

Sim, claro. Serve de linha orientadora para os jovens, ajuda-nos a saber que caminho seguir para chegar onde queremos. A juntar a isso temos o apoio de alguém que está na nossa área e que pode dar conselhos.

Que balanço faz da sua participação até à data?

Logo no início não sabia como deveria fazer a primeira abordagem à Mestre, mas depois a Carla pôs-me à vontade e fomos ganhando confiança mutuamente.

Da minha participação faço um balanço muito positivo, o SAGAZ tem sido benéfico.

Como vê o SAGAZ no futuro? De que forma é que a sua participação o poderá vir a ajudar noutras etapas da sua vida (ingresso no mercado de trabalho, por exemplo)?

No futuro, tal como até aqui, o SAGAZ vai-me continuar a ajudar a traçar o caminho para chegar a determinado patamar. O Mestre é um profissional que nos ajuda no rumo que queremos traçar.

Como vê o facto de alguns municípios continuarem a apostar no SAGAZ e a dar esta possibilidade aos seus alunos?

É benéfico. O SAGAZ e o Município estão a apostar nas gerações futuras. Nas que vão começar, no futuro da sociedade que somos nós, os jovens. Ao apostar em nós, futuramente, Lousada terá jovens mais preparados para o mercado de trabalho.

Quer deixar uma mensagem final a quem nos der a honra de ler esta conversa, nomeadamente aos candidatos a Aprendizes em 2017?

Acreditem que o SAGAZ pode mudar as pessoas.

Por experiência própria, o SAGAZ e o nosso Mestre ajuda e muito na nossa vida académica e no futuro profissional.

Se quer dar um novo rumo à sua empresa ou carreira fale connosco hoje mesmo!

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